Desastre moral
Blog feito pelos os alunos: Amanda Ewelinn, Arnaldo Neto, André Felipe, Emerson Correia, Iury Monteiro, João Pedro De Araujo e Luiz Henrique; todos do curso de Bacharelado em Ciências Econômicas da UFRPE, com objetivo de escrever sobre qualquer tipo de assunto.
domingo
Tudo bem que é bom deixar a cidade bem iluminada e bonita, porém o gasto deve sair de um fundo extra, reserva, e não de cortes no saneamento básico e necessário a muitas famílias que ainda não tem.
Como é que um prefeito que diz visar o bem para a população e vai tirar do Saneamento Básico cerca de 2,4 milhoes de reais para uma iluminação TEMPORÁRIA da cidade? Isso é inadmissível.
Cadê as fiscalizações? Já entraram em recesso foi? kkkk
Para mais informações: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/11/22/pcr_tira_verba_de_saneamento_para_pagar_iluminacao_do_natal_denuncia_priscila_krause_119481.php
Esse é o blog da Vereadora Priscila Krause, ela que expôs o que o prefeito está fazendo.
Aumento de IPI dos carros importados
Uma semana após o aumento de IPI para carros importados, e o setor já sente o reflexo. Positivo para as montadoras brasileiras, que se tornam a opção mais rentável, podendo controlar mais o mercado. Em contraposição, as revendedoras de carros importados foram bastante prejudicadas e já perceberam a diminuição nas vendas.
Esse processo de taxação prejudica o consumidor que fica sem disputa no mercado, pois os carros importados, principalmente os chineses e coreanos, ofereciam carros completos de fábrica, com vários acessórios, e garantia de até seis anos, com preços super competitivos em relação aos nacionais que para adquirir determinados acessórios, o consumidor teria que pagar bem mais caro.
O aumento de 30 pontos porcentuais no IPI de carros importados já refletiu na grande montadora Jac Motors, que está inviabilizando seu projeto de construir uma fábrica no Brasil, pois uma montadora leva cerca de três anos para atingir nacionalização de 65% (65% de conteúdo nacional ou regional em 80% dos veículos produzidos no país), uma das exigências do governo. Segundo o presidente da Jac Motors, Sergio Habib, “o projeto está mantido por enquanto, porque acredito que o governo vai mudar”, afirmou.
O governo federal argumenta que essa taxação é para estimular as montadoras brasileiras a elevar sua produção, mas como quase sempre a população brasileira sai prejudicada, pois perde o direito de escolher entre um importado completo de fábrica e um nacional básico e qualquer acessório extra, seriam incluso no valor final do produto. Consecutivamente a indústria automobilística nacional ganha a disputa, e ao invés de melhorar a qualidade de seus preços e produtos, irão lucrar mais ainda em cima dos consumidores.