domingo

Apesar de estar postando no blog da turma e não no meu pessoal, venho tratar de um assunto que está me deixando indignada: O quanto o Prefeito João da Costa vai gastar na iluminação de natal na cidade do Recife.
Tudo bem que é bom deixar a cidade bem iluminada e bonita, porém o gasto deve sair de um fundo extra, reserva, e não de cortes no saneamento básico e necessário a muitas famílias que ainda não tem.
Como é que um prefeito que diz visar o bem para a população e vai tirar do Saneamento Básico cerca de 2,4 milhoes de reais para uma iluminação TEMPORÁRIA da cidade? Isso é inadmissível.
Cadê as fiscalizações? Já entraram em recesso foi? kkkk


Para mais informações: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2011/11/22/pcr_tira_verba_de_saneamento_para_pagar_iluminacao_do_natal_denuncia_priscila_krause_119481.php
Esse é o blog da Vereadora Priscila Krause, ela que expôs o que o prefeito está fazendo.

Aumento de IPI dos carros importados

Uma semana após o aumento de IPI para carros importados, e o setor já sente o reflexo. Positivo para as montadoras brasileiras, que se tornam a opção mais rentável, podendo controlar mais o mercado. Em contraposição, as revendedoras de carros importados foram bastante prejudicadas e já perceberam a diminuição nas vendas.

Esse processo de taxação prejudica o consumidor que fica sem disputa no mercado, pois os carros importados, principalmente os chineses e coreanos, ofereciam carros completos de fábrica, com vários acessórios, e garantia de até seis anos, com preços super competitivos em relação aos nacionais que para adquirir determinados acessórios, o consumidor teria que pagar bem mais caro.

O aumento de 30 pontos porcentuais no IPI de carros importados já refletiu na grande montadora Jac Motors, que está inviabilizando seu projeto de construir uma fábrica no Brasil, pois uma montadora leva cerca de três anos para atingir nacionalização de 65% (65% de conteúdo nacional ou regional em 80% dos veículos produzidos no país), uma das exigências do governo. Segundo o presidente da Jac Motors, Sergio Habib, “o projeto está mantido por enquanto, porque acredito que o governo vai mudar”, afirmou.

O governo federal argumenta que essa taxação é para estimular as montadoras brasileiras a elevar sua produção, mas como quase sempre a população brasileira sai prejudicada, pois perde o direito de escolher entre um importado completo de fábrica e um nacional básico e qualquer acessório extra, seriam incluso no valor final do produto. Consecutivamente a indústria automobilística nacional ganha a disputa, e ao invés de melhorar a qualidade de seus preços e produtos, irão lucrar mais ainda em cima dos consumidores.

MEC sem a responsabilidade do ensino superior

Essa semana um projeto do senador Cristovam Buarque (PDT- DF), me chamou muita atenção. O senador quer tirar do MEC a responsabilidade do ensino superior no Brasil. O projeto visa que o Brasil tenha dois ministérios distintos para a educação básica e a superior, com isso distribuindo os recursos necessários para cada tipo de educação e fortalecendo a educação básica. "Outros países já mostraram que ter um ministro que cuide exclusivamente do ensino de base é um bom caminho. O caminho das universidades é a inovação", disse Buarque, em entrevista à Rádio Senado. (Estadão on-line, 25/09)
O senador quer transferir o ensino superior para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, mas para isso terá que esperar a aprovação de várias comissões e depois a votação na Câmara dos Deputados. Esse projeto de dividir em ministérios o ensino superior e ensino de base, já foi introduzindo em três países na Europa e na Venezuela, e são muito bem vistos por ter dado certo. Mas será que no Brasil também daria? Bom, é só esperar pra ver.